Ministro da Educação afirma que serão vinculados milhares de professores

“O ministro da Educação disse esta segunda-feira que serão vinculados aos quadros da Função Pública milhares de professores contratados no âmbito do processo em negociação com os sindicatos do setor, mas sem revelar ainda o número exato.”

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Contratados querem 10 mil nos quadros no prazo de três anos

Ministro disse ontem no Parlamento que não se vai furtar à responsabilidade de combater a precariedade. Associação defende plano de três anos. Fenprof fala em 23 mil.

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Pais alertam para lóbi das editoras contra poupança das famílias nos livros escolares 

“Nós enquanto pais ficamos preocupados quando estes lóbis impedem que as famílias fiquem desanuviadas e livres deste encargo anual, quando há a garantia de que o processo vai ser transparente, que vai ser para todos os alunos e (que os manuais) vão ser reutilizados. Para nós estes são os princípios e é isto que nós defendemos”, disse à Lusa o representante da CNIPE, Rui Martins.

Toda a notícia em: Pais alertam para lóbi das editoras contra poupança das famílias nos livros escolares – Atualidade – SAPO 24

Respeitar os docentes, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira

fenprof

Aqui pode aceder ao abaixo-assinado/petição promovido pela FENPROF (http://form.fenprof.org/?sid=49521) que se transcreve em baixo.

Respeitar os docentes, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira

ABAIXO-ASSINADO / PETIÇÃO

Relativamente a aspetos de carreira, os docentes portugueses têm sido alvos preferenciais das políticas ditas de austeridade, sendo vítimas de quase todas as medidas negativas impostas ao país: são dos grupos profissionais mais afetados pelo desemprego; a precariedade atinge níveis muito acima da média nacional; a generalidade tem, desde 2011, o salário reduzido; os horários de trabalho tornaram-se impraticáveis; a aposentação sujeita-se a critérios que ignoram o elevado desgaste provocado pelo seu exercício profissional.

Como a FENPROF afirmou no seu 12.º Congresso, recompor toda a arquitetura de suporte ao quotidiano profissional docente é uma urgência para o relançamento da qualidade do que se ensina e aprende nas nossas escolas, pelo que deverá ser prioridade para o poder político. Nesse sentido, os docentes subscrevem este abaixo-assinado dirigido ao Governo que é, simultaneamente, Petição a entregar na Assembleia da República, manifestando as seguintes posições que são, não apenas necessidades, mas exigências:

  • Aprovação de um plano de combate à precariedade que, entre outras medidas (abertura de lugares de quadro de acordo com reais necessidades das escolas, redução das áreas dos QZP, fim dos falsos recibos verdes, aprovação de um CCT para o ensino particular e cooperativo), passe pela substituição da injusta “norma-travão” prevista no regime de concursos, por outra que garanta a vinculação dos docentes com 3 ou mais anos de serviço;
  • Descongelamento das progressões na carreira estabelecida pelo ECD e contagem de todo o tempo de serviço cumprido, mas retirado aos docentes;
  • Reorganização do horário de trabalho dos docentes, com a clarificação do que é letivo (toda a atividade desenvolvida diretamente com os alunos) e do que deverá integrar a componente não letiva de estabelecimento, bem como a aprovação de um regime de reduções por antiguidade que, efetivamente, compense o desgaste provocado pelo exercício da profissão;
  • Aprovação de um regime excecional de aposentação dos docentes que preveja, desde já, a saída sem qualquer penalização de quem já completou a carreira contributiva (40 anos de serviço), que evolua para os 36 anos e admita situações especiais decorrentes de condições particulares de exercício profissional.

Mais de 12 mil professores assinam petição contra cortes na Educação 

fenprofNenhuma das 10 medidas propostas pela Fenprof foi acolhida no Orçamento do Estado para 2017, denuncia a federação liderada por Mário Nogueira.

Mudar o Orçamento do Estado (OE) para 2017, que já foi aprovado na generalidade, de modo a garantir verbas para a entrada no quadro de mais contratados, e descongelar as carreiras dos docentes. Estas são algumas das propostas de uma petição lançada pela Federação Nacional de Professores (Fenprof) que, segundo anunciou nesta quarta-feira, já foi subscrita por mais de 12 mil docentes.

A petição será entregue no Parlamento nesta sexta-feira. Em comunicado, a Fenprof esclarece que não só nenhuma das 10 propostas que apresentou foi acolhida no OE para 2017, aprovado por todas as bancadas da esquerda, como este prevê ainda “um corte de 281 milhões de euros em recursos humanos”, situação que pretende ver esclarecida.

Na petição que será entregue no Parlamento refere-se que os docentes portugueses têm sido “vítimas de quase todas as medidas negativas impostas ao país”. Alguns exemplos apontados: “São dos grupos profissionais mais afectados pelo desemprego; a precariedade atinge níveis muito acima da média nacional; e a generalidade tem, desde 2011, o salário reduzido.”

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Fenprof vai estar no Ministério da Educação para exigir negociações 

Fenprof vai estar no Ministério da Educação para exigir negociações

Fonte: Fenprof vai estar no Ministério da Educação para exigir negociações – PÚBLICO

Mobilidade por doença “é um direito” dos professores

ng6021275“Todos aqueles que têm familiares, ou os próprios professores, se têm problemas de saúde, têm a possibilidade, o direito, de requererem essa mobilidade para zonas onde tenham que dar assistência ou de receber tratamento”, defendeu o ministro da Educação.

Toda a notícia em Jornal de Negócios no endereço http://www.jornaldenegocios.pt/economia/educacao/detalhe/mobilidade_por_doenca_e_um_direito_dos_professores.html