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A BBC elegeu os 11 livros essenciais para os mais novos

Em abril do ano passado a BBC elegeu os 11 livros  essenciais de literatura para a infância. Claro que estas escolhas geram sempre controvérsia, mas não deixa de ser interessante observar a escolha dos críticos. Para ter acesso à escolha siga o endereço e surpreenda-se http://www.bbc.com/culture/story/20150402-the-11-greatest-childrens-books 

Plano Nacional de Leitura vira-se para os adultos

book-774837_960_720“Governo quer revitalizar programa Adultos a Ler mais e envolver os encarregados de educação nos programas das escolas

Prestes a completar uma década, o Plano Nacional de Leitura (PNL) já ajudou a incentivar a competência e o gosto pela leitura em milhões de crianças e jovens. Mas o seu futuro era incerto: no próximo verão termina o segundo ciclo de cinco anos desta iniciativa e não havia garantia de continuidade. Agora surgiu a promessa não só de o manter como de o levar em força a um novo público-alvo: os adultos.

A intenção foi anunciada recentemente no Parlamento pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, e é reafirmada ao DN pelo comissário nacional do PNL, Fernando Pinto do Amaral. Segundo explicou, esta aposta passa por duas vias: “Uma vai no sentido de revitalizar um programa que já existia, chamado Adultos a Ler. Estamos em contacto com a ANQEP (Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional) no sentido de a leitura fazer parte das ofertas dos centros de formação de adultos”, explicou.”

Toda a notícia em DN

Cata livros

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Cata Livros – «CATA LIVROS é um projecto desenvolvido pela equipa GULBENKIAN/CASA DA LEITURA que utiliza a internet para aproximar os jovens leitores de um conjunto de títulos essenciais da literatura para infância e juventude, com destaque para a produção nacional, assentando no carácter lúdico e interactivo das narrativas e desafios propostos.

Veja aqui: http://cvc.instituto-camoes.pt/ensinar/cata-livros.html

Prémio Conto Infantil Ilustrado está de volta

Vestir o papel de escritor e ilustrador e criar um conto inédito em língua portuguesa. Este é o desafio lançado aos alunos do 4.º ano de escolaridade pelo Prémio Conto Infantil Ilustrado – Correntes D’Escritas / Porto Editora.

Trata-se de uma “iniciativa única”, como descreve Paulo Rebelo Gonçalves, responsável pela comunicação da Porto Editora, entidade responsável pela organização do concurso, desde 2008, em parceria com a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Porquê? “Promove o gosto pela escrita, pela leitura e pelo desenho como expressão artística, mas, não menos importante, estimula a partilha de ideias, de criatividade, o trabalho em equipa.”

Ao contrário do que acontece na maioria dos concursos, os trabalhos têm de ser obrigatoriamente realizados pela turma com o apoio do docente. Não são aceites participações individuais. Para Luís Diamantino, vereador da Cultura e da Educação da autarquia poveira, este é um dos aspetos que tornam o concurso “singular”: “Tem de haver uma união dos alunos da turma, entre os que escrevem melhor, os que têm mais imaginação ou mais jeito para o desenho, e todos colaboram na criação do conto, com a ajuda do professor.”

Retirado de Educare, veja mais aqui.

Não ao amor

Há vários temas sobre os quais os portugueses gostam de opinar e muitos julgam serem sábios detentores do conhecimento supremo. No entanto há dois que na minha perspectiva se destacam, futebol e Educação. Ora, quem nunca deu um pontapé numa bola ou passou pelos bancos de uma escola.

No futebol, a coisa não passa da bancada com os seus treinadores a não serem ouvidos pelos “deuses” que vivem noutra galáxia e por isso a influência é mínima ou nenhuma a não ser, claro, nas competições terráqueas em que jogam a maioria dos atletas da modalidade, como as ligas inferiores ou as camadas jovens. Onde aí os “treinadores de bancada” conseguem ter alguma influência.

Já na Educação a coisa é diferente. A mescla de “treinadores de bancada” com “velhos do Restelo” têm muita influência (demasiada), estão presentes e ativos em várias dimensões. Uns partilham orgulhosamente opiniões sem qualquer fundamento, outros gostam de ir para as portas das escolas (e até para dentro) ameaçar os professores e auxiliares, outros até criam negócios e ganham fortunas e imaginem, há até uns que chegaram a Ministros da Educação.

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