40.º Congresso Nacional do Movimento da Escola Moderna

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Ainda estão abertas as inscrições para o 40.º Congresso Nacional do Movimento da Escola Moderna.
 
Este ano, o congresso realizar-se-á no Instituto Superior de Contabilidade e Administração da Universidade de Aveiro (ISCA), nos dias 19, 20 e 21 de julho.
 
Todas as informações úteis, assim como a inscrição online, estão disponíveis através do link http://www.movimentoescolamoderna.pt/ 

Macau avança este ano com turmas bilingues em duas escolas públicas

Os serviços de educação de Macau vão criar, no ano letivo 2017/2018, pela primeira vez, turmas bilingues em duas escolas públicas, como meio de incentivar a formação de quadros que dominem o português e o chinês, foi hoje anunciado.

Segundo um comunicado da Direção de Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), “com o intuito de formar prioritariamente talentos bilingues excelentes para o Governo da Região Administrativa Especial de Macau”, está planeada a criação de “uma ou duas turmas em português e chinês”, no primeiro ano do ensino primário e do secundário na Escola Oficial Zheng Guanying, e no primeiro ano do ensino primário na Escola Primária Luso-Chinesa da Flora.

Fonte: Macau avança este ano com turmas bilingues em duas escolas públicas

Manifesto pela democracia nas escolas 

Maior autonomia para as escolas, mais intervenção da comunidade educativa, menos poder aos diretores. Várias personalidades com ligações à educação, cultura e política assinam um manifesto em prol da democracia nas escolas e que recoloca na ordem do dia o modelo de gestão das escolas do pré-escolar ao Secundário. O papel dos diretores escolares volta a ser questionado. E o apelo está feito. Os 21 subescritores do texto querem que haja debate sobre um modelo de direção e gestão alternativo em nome de “uma Escola Pública com qualidade democrática, científica e pedagógica, capaz de compatibilizar os desafios da aprendizagem para todos e todas com práticas inovadoras de cidadania crítica e emancipatória”.

No manifesto, que será debatido na Escola Secundária Rainha Dona Leonor, em Lisboa, em 14 de janeiro, lembra-se ainda que as escolas, com o 25 de Abril, tornaram-se espaços de participação democrática. “Esse caminho de aprendizagem envolveu todos os seus atores – docentes, alunos, pais e encarregados de educação, funcionários, cidadãs e cidadãos empenhados – e teve os seus momentos altos, oscilações e também desencantos.”

Retirado de Manifesto pela democracia nas escolas » Educare – O Portal de Educação

Vai nascer em Londres a primeira escola bilingue anglo-portuguesa

Agora falta encontrar um edifício ou terreno para instalar a escola que terá capacidade para 400 alunos entre os 4 e os 11 anos, ou seja, desde o pré-escolar ao segundo ciclo.

Fonte: Vai nascer em Londres a primeira escola bilingue anglo-portuguesa

II Congresso Internacional Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas da Psicologia e Educação

O II Congresso Internacional Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas da Psicologia e Educação decorrerá nos dias 11, 12 e 13 de Julho de 2016 no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

Este congresso tem como objetivos divulgar resultados da investigação; analisar contextos educacionais promotores da motivação escolar; e equacionar novas linhas de pesquisa, valorizando contributos da investigação em Educação, em Psicologia e em áreas disciplinares diversas, no sentido da procura do bem-estar e da realização de alunos e professores, numa Escola para Todos.

Para mais informações consulte o endereço: http://cieae.ie.ul.pt/2016/

Heavy Internet use leads to school burnout in teens

As if you didn’t need more proof that your darn kids need to get of the computer and into the back yard, researchers at the University of Helsinki and Department of Psychology have found that excessive Internet use – essentially bordering on addiction – leads to school burnout in teens.

See all in Heavy Internet use leads to school burnout in teens — TechCrunch

Turmas de início de ciclo não abrem em 39 colégios

ng6021275O Governo anunciou que não vai abrir turmas de início de ciclo em 39 colégios privados com contratos de associação, o que representa uma redução de 43% no financiamento a novas turmas.

De acordo com o Ministério da Educação (ME), para o próximo ano letivo não vão abrir turmas em início de ciclo (5.º, 7.º e 10.º anos de escolaridade), em 39 dos 79 colégios com contratos de associação com o Estado.

Há ainda 19 colégios que vão ver reduzido o número de turmas face ao total de turmas abertas em 2015-2016, e 21 que vão manter exatamente o mesmo número de turmas que abriram este ano letivo.

Os valores resultam do levantamento da rede escolar, pedido aos serviços do ME, o qual identificou redundâncias de 73%, em turmas de início de ciclo.

Apenas 43% das turmas continuam a ser financiadas. Ainda assim, disse Alexandra Leitão, entre o total de colégios que não sofre qualquer corte (21) e aqueles que apenas veem reduzido o número total de turmas em início de ciclo (19), “mais de metade continuarão a ser financiados”.

Leia mais: Turmas de início de ciclo não abrem em 39 colégios http://www.jn.pt/nacional/interior/turmas-de-inicio-de-ciclo-nao-abrem-em-39-colegios-5179704.html#ixzz48xJQxHKo

 

ABAIXO-ASSINADO/PETIÇÃO

fenprof

A FENPROF lançou um abaixo-assinado que se transcreve abaixo.

A Constituição da República impõe a obrigação de o Estado Português promover uma rede de estabelecimentos públicos que satisfaça as necessidades de toda a população. Dificuldades em garantir essa resposta levaram o Estado a assinar contratos de associação com o setor privado em áreas onde a oferta pública era inexistente ou insuficiente.

Com o passar dos anos, o número de contratos celebrado revelou-se claramente excessivo face às necessidades do sistema, verificando-se, por ausência de fiscalização, frequentes situações de desrespeito dos termos desses contratos, particularmente no que concerne aos limites das áreas geográficas que lhes foram atribuídas.

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Deve o Estado financiar as escolas particulares?

kids_at_schoolTenha acesso à opinião de Santana Castilho relativamente ao repetido tema se deve, ou não, o Estado financiar as escolas particulares.

 

“A retoma do discurso sobre a liberdade de aprender e ensinar, para combater a recente decisão do ministro da Educação sobre o financiamento do ensino privado, obriga-me, também, a retomar o que repetidas vezes aqui tenho escrito. Porque não é essa liberdade que está em causa, mas sim saber se deve o Estado financiar as escolas particulares, cuja criação e funcionamento são livres, como mostra a circunstância de 20% da rede de escolas do país ser privada.

Esta falsa questão é uma subtileza para fazer implodir o princípio da responsabilidade pública no que toca ao ensino porque, constitucionalmente, a escola pública é uma obrigação do Estado, enquanto a privada é uma liberdade dos particulares…”

Todo o texto em http://santanacastilho.blogspot.pt/2016/05/deve-o-estado-financiar-as-escolas.html

SER PROFESSOR É UM INFERNO

Entrevista de 2014 do professor e pedagogo Sérgio Niza, mas que vale a pena a releitura.

Sérgio Niza

Alunos sem esperança, professores ansiosos, ensino bafiento e uma escola que não serve os interesses das crianças e jovens nem os do país. Sérgio Niza dedicou a vida à educação e não se conforma com o estado a que a escola portuguesa chegou. Mas há soluções, diz ele.

Toda a entrevista em Ser professor é um inferno – Notícias Magazine