Sábado Pedagógico do MEM

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SP 29 abril Aveiro

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II Encontro PIC.TIC Programação, Inovação e Criatividade no 1.º CEB e Pré-Escolar – ccTICua

O Centro de Competência TIC da Universidade de Aveiro conjuntamente com a Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas da Direção Geral de Educação (ERTE – DGE) vai organizar o:

II Encontro PIC.TIC Programação, Inovação e Criatividade no 1.º CEB e Pré-Escolar.

 

O Encontro corresponde a uma Ação de Formação de curta duração e é creditado com 6 horas.

Com este encontro, pretende-se juntar professores, principalmente, do 1.º CEB e Educadores de Infância, interessados em aprofundar conhecimentos nas áreas da criatividade, programação, gamificação, narrativas digitais e animação com as TIC. Pretende-se, igualmente, criar um espaço de partilha e debate que permita aos professores e educadores fazer um intercâmbio de ideias e experiências potenciadoras de novas práticas educativas.

O programa será dividido em paineis, workshops e espaços comuns interativos. Para informações adicionais, consulte o programa !

Dado o caráter eminentemente prático da iniciativa, as inscrições limitam-se a 120 participantes.

O evento é gratuito mas obriga a inscrição em: https://goo.gl/forms/YrkYk7rcbpZrbyq92

 

Retirado de II Encontro PIC.TIC Programação, Inovação e Criatividade no 1.º CEB e Pré-Escolar – ccTICua

Universidade de Aveiro promove MOOC sobre gamificação | ERTE

“Crachás: como usar?” é o título do MOOC (Curso online aberto) que a Universidade de Aveiro vai promover entre 20 de abril e 1 de junho no contexto do projeto GamiLearning.O projeto GamiLearning – Jogos Digitais para a Literacia Mediática e Informacional visa desenvolver as dimensões crítica e participativa da literacia mediática, em jovens dos 9 aos 12 anos, através de experiências de aprendizagem colaborativa com jogos digitais.Esta formação online de acesso aberto destina-se a todos os interessados em descobrir como os crachás (badges) podem ser utilizados para melhorar a aprendizagem num contexto de lógica de jogo. A inscrição no MOOC é obrigatória e deve ser feita através do link http://bit.ly/MOOCcrachas

Fonte: Universidade de Aveiro promove MOOC sobre gamificação | ERTE

7º Encontro de Literatura Infantojuvenil > Eventos

Para mais informações: 7º Encontro de Literatura Infantojuvenil > Eventos

PCP quer reduzir norma-travão e vincular professores com três anos de serviço – PÚBLICO

Partido pediu apreciação parlamentar do diploma do Governo e vai apresentar alterações para reduzir norma-travão alegando que as escolas “precisam de mais estabilidade do seu corpo docente”.

Fonte Jornal Público: PCP quer reduzir norma-travão e vincular professores com três anos de serviço – PÚBLICO

Os desaires do Ministério da Educação

31-dez-2010por Santana Castilho*

1. As alterações que o sistema de ensino sofreu nos últimos anos oscilaram entre concepções anglo-saxónicas, de raiz empirista, e ideias construtivistas, de inspiração piagetiana. Estas, hipervalorizando as chamadas ciências da educação. Aquelas, hipervalorizando o conhecimento. O equilíbrio entre estes dois extremos não foi a escolha do secretário de Estado João Costa.

Ao Expresso, João Costa foi claro quando afirmou que nalgumas áreas era impossível trabalhar, por falta de horas disponíveis. E disse que a Educação Física, a História e a Geografia eram disciplinas “descalças” de tempo. Quando lhe perguntaram se Português e Matemática perderiam horas, João Costa respondeu que “algumas terão de perder, claro”. Em declarações ao Correio da Manhã, reafirmou a necessidade de tirar de um lado para pôr no outro. Nem de outro modo poderia ser para permitir, como anunciou, que as escolas decidissem 25% do currículo e nele se incluísse a Área de Projecto e a Educação para a Cidadania, sem aumentar a carga semanal global. Do mesmo passo, repetiu várias vezes que as alterações curriculares se aplicariam já no próximo ano e em todas as escolas.

Agora, António Costa, com receio das repercussões que a leviandade provocasse nas eleições autárquicas, e Marcelo, com o paternalismo que o Governo aceita, meteram o secretário de Estado na ordem e desenharam a retirada: não há cortes e a coisa circunscreve-se a 50 escolas voluntárias. A falta de confiança no Ministério da Educação ficou patente. Repetiu-se o calduço do pai Marcelo que, no ano-lectivo passado, levou os garotos da 5 de Outubro a recuarem em matéria de avaliação no ensino básico. Numa palavra, escreveu-se direito por linhas tortas.

A reforma em causa era apressada e demasiado marcada por uma determinada ideologia. Orquestrou o apoio dos amigos (vide a cena amadora do apoio a João Costa, via uma sua adjunta, exposta no Correio da Manhã), mas não cuidou do apoio dos professores e da sociedade, muito menos de prever o impacto que teria na complexidade de todo o sistema de ensino.

A responsabilidade da ética política em que uma reforma educacional deve assentar exige que se procure um consenso partidário. As mudanças desta envergadura devem ter uma duração garantida para produzirem efeitos, devem acomodar processos de transição ponderada e prever uma campanha de comunicação pública, que explique razões (fundamentadas em diagnósticos sólidos, que não em palpites de ministros que foram aos jogos olímpicos), necessidades (assentes em evidências) e objectivos (expressos em linguagem perceptível, que não em “eduquês” de má memória).

2. O novo normativo sobre concursos retoma, com um pouco de cosmética, a visão do anterior governo do PSD/CDS-PP. A entrada nos quadros continua condicionada pela “norma-travão” e pela chamada vinculação “extraordinária”, que não pelo direito conferido por sucessivas contratações. Recorde-se, a propósito, que o PS votou recentemente, ao lado do PSD e CDS-PP, a inviabilização de um projecto de lei do PCP, que previa a obrigatoriedade de incluir em concurso nacional, por lista graduada universal, todos os lugares, com horário completo, que resultassem de necessidades manifestadas pelas escolas durante três anos consecutivos.

No próximo concurso de mobilidade interna teremos professores do quadro de primeira e professores do quadro de segunda. Mais uma vez, a lista universal de graduação é desprezada, agora por um processo de intenções que interpreta, e penaliza, de forma totalitária, decisões anteriores de permanência em quadros de zona pedagógica. Por tudo isto, resulta de um cinismo atroz o “parlapiê” do preâmbulo do Decreto-Lei nº 28/2017, que, significativamente, não colhe a aprovação de nenhum sindicato de professores. Como o anterior, nesta matéria, o Governo encarou a negociação sindical como mero formalismo legal e ficou claro que, quando as incidências orçamentais relevam, as suas prioridades não se afastam do que Crato serviu.

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