“Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável” – Observador

Quanto mais recreio, mais atenção nas aulas. Quanto menos liberdade para brincar, maior o risco de acidentes. Carlos Neto, professor da FMH, explica por que tem de ser travado o “terrorismo do não”.

Carlos Neto é professor e investigador da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), em Lisboa. Trabalha com crianças há mais de quarenta anos e há uma coisa que o preocupa: o sedentarismo, a falta de autonomia dada pelos pais às crianças e a ausência de tempo para elas brincarem livremente, correndo riscos e tendo aventuras. É um problema que tem de ser combatido, diz. Porque a ausência de risco na infância e o facto de se dar “tudo pronto” aos filhos, cada vez mais superprotegidos pelos pais, acaba por pô-los em perigo. Soluções? Uma delas passa por “deixar de usar a linguagem terrorista de dizer não a tudo: não subas, olha que cais, não vás por aí…”.

Veja toda a entrevista em: “Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável” – Observador

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5 thoughts on ““Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável” – Observador

  1. Concordo:
    As crianças nos tempo de hoje, quando esfolam os joelhos,pisam uma perna,até têm uma luta entre amigos. O papel do educador existe dificuldade em explicar ao encarregado de educação, porque o foco da atenção passa a ser quem estava com a criança no momento ou seja no ensino privado(eu pago o suficiente para evitar estas situaçães).
    No meu ponto de vista nesta situação é mais do que normal crianças não deixaram de ser crianças…..
    É tão importante ensinar, como brincar,eu digo e faço alguns desparates com os meus filhos. Faz bem a mim que brinco e os deixo brincar…..

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  2. Concordo, pois ha uma carga horaria escolar maior, mais materia e uma maior pressao em dar-se toda a materia, ficando a toda a parte de diversao, e aventura estrangulada, ha muito pouco tempo para a brincadeira. Hoje em dia é o cumulo, nos dias de hoje as crianças se fazem um arranhao na escola no dia seguinte ha país que vao pedir explicaçoes á escola, e ha quem chega a ameaçar a professora por causa de um arranhao….. ora esta, no meu tempo brincava brincava se na rua horas, vinha sujo, esfolado e ninguem fazia caso, era bem mais divertido, hoje as funcionarias e professores e pais estao sempre … nao faças isso, olha que cais, nao de arranhes, etc etc etc…. hoje vai tudo no sentido do….”nao faças isso….” “tens de saber isso….. tens de ser melhor que o…..
    Verdade seja dita, o meu filho brinca pouco, sai da escola vai para ATL, vou o buscar, brinca um pouco, trabalhos de casa, janta, acabar os trabalhos, leite e cama…. e é a semana nisso.

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