Educação científica é prioridade para Portugal, mas não há estratégia

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Desenho realizado pela Maria Inês.

Portugal considera o ensino das áreas científicas uma prioridade, mas não tem qualquer estratégia específica ou a nível nacional para o concretizar, revela um relatório europeu que compara o trabalho feito por 30 países na educação científica.

O relatório da rede European Schoolnet, divulgado esta quinta-feira e citado pela agência Lusa, coloca Portugal entre os quatro países – a par da Áustria, do Chipre e da Suécia – que definem a Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, na sigla inglesa) como áreas prioritárias na educação, mas que não têm qualquer estratégia específica ou integrada para concretizar essa prioridade.

O mesmo documento indica também que 68% dos países afirmaram não abordar convenientemente na formação inicial dos professores 15 de 16 áreas de conhecimentos e competências na educação científica.

O relatório realça também que há questões de género na educação destas matérias que têm que ser tidas em conta na formação inicial dos docentes.

“Os candidatos a professores não só têm que estar conscientes da importância dos comportamentos e do género para motivarem os seus alunos a estudarem e seguirem carreiras científicas, como também têm que ser orientados em métodos pedagógicos e recursos específicos destinados a responder a esta questão”, lê-se no relatório

Retirado de TVI24, para ter acesso à notícia completa clique aqui.

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